Musica

sexta-feira, 22 de março de 2013

Conversando com Jéssica Nunes


É um Verdadeiro Caso de Amor

Na exibição da novela o clone, em 2001 foi onde eu comecei a me interessa pela dança, eu assistia, imitava, pegava os lençois da minha mãe para fazer de véu e achava que estava arrasando!
Mas tarde, com 14 anos, uma amiga me chamou para assistir um festival de dança do Studio que a prima dela dançava. Foi onde eu percebi que eu não arrasava. Vi que o mundo da dança é bem maior do que eu assistia e conhecia, é um mundo amplo e de conhecimento inesgotável.
Conheci o Studio Templum de Iriane Martins, a professora Thalita Menezes e iniciei minhas aulas, sedenta de conhecimento e encantada com tudo.
Meu interesse pela dança é antigo e bem pessoal. Muito ligado ao amor e prazer pela pratica… Gosto dos benefícios e desafios que ela traz.
Sempre pensei que os interesses e objetivos das outras alunas que desistem eram diferentes dos meus, vejo determinação e paciência como pontos importantes. Saber que dançamos para nós e não porque outra pessoa esta dançando.
A diferença entre essas alunas que saem  é o “comprometimento”. Penso que independente do seu objetivo com a dança, devemos ver a dança de formar séria, com compromisso e responsabilidade, podendo assim ter uma dança com qualidade.
Em 2011, quando participei do programa Valores de Minas, escutei uma frase de um professor de teatro que baseou bem o que eu penso, a frase era: “Na sua vida você pode fazer qualquer coisa, porem nunca de qualquer jeito.”.
Além dos muitos benefícios da dança, como melhorar coordenação motora, flexibilidade, força muscular, auto estima, postura, equilíbrio, força, convívio social e muito outros. Vejo que a dança do ventre em especial, trabalha cuidadosamente com feminilidade e desvendar a personalidade de cada bailarina. Percebo essa mudança em mim e em bailarinas que vejo crescer.
A Dança do Ventre ajuda a bailarina se descobrir, desperta interesse por música, ritmos e culturas orientais, melhorando a musicalidade. Relaxa a mente e traz diversão, melhora o convívio com amigos, colegas e familiares, dentre outros muitos benefícios.
As dificuldades são sempre diferentes, encaro cada uma como uma meta a se cumprir e se melhorar sempre!
Melhorar coordenação motora, giros, movimentos de ondulação, movimentos quebrados, deslocamentos, memorização, expressão corporal e facial, etc… Sempre se pode melhorar e as nossas dificuldades esta em tudo que é novo e diferente para nosso corpo e mente.
 
Determinação, paciência, prazer, diversão e aprendizado são formas que uso para definir essa dança.
Eu e a Dança? Como meu pai dizia: “É um verdadeiro caso de amor!”. Passamos por crises, dificuldades e turbulências, mas que não se compara a todos os momentos de prazer, aprendizado e benefícios. É um desafio diário comigo, com meu corpo e mente. Descobrindo a cada dia que posso ir além do que já conheço.
                                                                                                       Jessica Nunes
  Fonte das Imagens:( http://www.facebook.com/media/set/?set=a.388289231233575.89936.100001575048484&type=3)
 

Conversando com Monique Cristina Gomes

Sempre era meu Sonho ser Dançarina
Eu me chamo Monique, tenho 18 anos, sempre era meu sonho ser dançarina.
Na minha antiga escola havia apresentações, e uma delas era a dança do ventre. então comecei a ter curiosidade pela dança.
A dança me fez perde a vergonha e o medo. Com ela aprendi a ter mais confiança.
Hoje acredito que a dança é uma arte de expressar, improvisar e coreografar.
Eu queria aprender um pouco sobre a dança do ventre, ai veio a grande oportunidade do meusonho ser dançarina na Escola Estadual Rodrigues Campos. Minha primeira apresentação foi na   minha nova escola e eu me senti muito diferente e feliz. Ainda bem que minha mãe não é contra e me apoia.
A minha linda professora Gabriela, me ensinou a manter a cabeça erguida sempre, e postura          impecável.
Tive oportunidade de ter uma segunda apresentação fora da escola em um local chamado Patio     Espanhol. Minhas amigas gostaram da dança e até me elogiaram. 
                                                                                                               Monique 

Conversando com Polyana Souza


Minha Vida Mudou pra Melhor

Meu nome é Polyana tenho 16 anos e quis me interagir com a dança depois da incentivação da Professora Gabriela . Minhas amigas faziam a dança do ventre e com isso comecei a gostar.
Antes eu dançava axe, fuck, pagode e entre outras danças. Eu tinha o sonho de dançar tango e adorava ver essas mulheres dançando, e ficava imaginando se um dia eu estaria ali dançando tambem .
Depois que vi minhas amigas dançando, comecei a me inspirar na dança do ventre e comecei a pratica-la.
Muitas vezes pedia na minha antiga escola a que fizessem o trabalho com a dança do ventre, mas a diretora nunca liberou o projeto.
Quando vim estudar no Rodrigues Campos , fiquei animada com a chance de poder entrar no projeto dança da escola. O melhor dia da minha vida!!!
Aprendi um pouco sobre a dança , praticar os passos ,saber o que e ser uma garota linda (coisa que não sentia a anos).
A minha primeira apresentação aconteceu aqui na escola :”Nossa, vendo as meninas me elogiando foi o melhor dia da minha vida !”
Também apresentei no restaurante Patio Espanhol no evento chamado Noite Árabe.
Acredito que e o sonho de toda garota é se sentir útil  bonita e uma mulher respeitada . Por muitas vezes eu falava que não era bonita mas depois da dança do ventre me sinto linda , eu vi minha família me apoiando , vi minhas amigas me dando força , vi minha vida mudar rápido para a melhor .

Conversando com Dayana Marília

FASCINANTE

Bom, a oportunidade de aprender essa dança surgiu na escola, na qual eu cursava o ensino médio.
A dança desde sempre me desperta interesse, então resolvi participar do projeto. No início era maior o número de alunas, houve desistências e ficaram algumas, eu permaneci e levei a sério, justamente por gostar da dança.
A dança me trouxe inspiração, me fez cada vez mais gostar da dança do ventre.
Faz bem para a mente, o corpo, a alma.
Existem algumas dificuldades claro, como por exemplo, horário disponível para a prática, lugar, etc.
Definiria a dança do ventre em uma palavra: FASCINANTE.
Enfim, adoro dançar, não só dança do ventre como outros tipos de dança também. Acredito que a dança seja capaz de fazer toda a diferença.
Dayana Marília

Conversando com Luisa Soares


É INCRÍVEL
A dança do ventre é marcada por muitas pessoas dizerem ser uma dança sensual. Comecei a praticá-la no ano de 2012, através de um projeto organizada pela professora e também dançarina Gabriela Gontijo, na Escola Estadual Desembargador Rodrigues Campos.  As aulas eram feitas em dois dias da semana, com cerca de 1 hora e 10 minutos de duração.
Sempre gostei de dançar, apesar de não levar muito a serio essa ideia de se tornar uma profissão. Interessei-me pela aula de dança do ventre assistindo vídeos na internet ou até mesmo em algumas novelas nas quais se passavam trechos de mulheres dançando.
No começo achei um pouco cansativo, pensava que não iria continuar a frequentar as aulas, pois muitas das meninas que começaram pararam no meio do caminho, mais tive força de vontade mesmo vendo que muitas delas com menos de dois dias de aula já haviam saído, com a saída de varias meninas formamos um grupo fixo de quatro pessoas que estavam presentes todas as aulas mais isso não quer dizer que ficaramsó nos quatro, depois de um tempo começou a entrar novas meninas, mas muitas fizeram uma aula e na outra já não voltaram.
Todas as meninas que estavam ali querendo aprender, se dedicando, suando, batalhando para ter um resultado agradável, tinha certeza do que queria, cada menina tinha sua maneira de dançar, umas eram mais “ durinhas “, outras já se soltavam mais mostravam o que sabia, queria dar novas ideias, criar novos  passos mesmo não sabendo se poderiam ser usados.
Entre todas as meninas que faziam aula não posso dizer a diferença de cada uma, todas eram boas no que faziam mesmo tendo vergonha algumas se saiam muito bem, não sei me diferenciar no meio de todas elas só posso dizer que cada uma de nos que estava presente ali tinha sua maneira especial de dançar e dançava por algum objetivo ou porque simplesmente gostava e se sentia bem.
Era o meu caso, a dança me mudou muito comecei a me soltar mais, a não sentir vergonha de me expressar,comecei a me sentir mais leve, quando eu dançava parecia que era só eu e a música nada mais, e se eu errasse não tinha problema era só continuar, o objetivo era nunca parar de dançar, se você se perdesse do ritmo ou da música, continuava mesmo assim, fazendo o que você sabia mesmo não sendo o passo correto.
As dificuldades foram muitas, além de ficar depois da aula já cansada de tanto estudar louca para chegar em casa e dormir, a minha dificuldade maior era o almoço, como o recreio da escola era as 09:30, e eu ficava por lá  ate 13 hora da tarde,  quando eu chegava em casa não pensava em mais nada além de comer,  fora essa dificuldade, a outra parte pior foi no começo, quando começamos a aprender os passos, apesar de serem muitos simples era bastante confuso, principalmente ensaiar com a música, o seu corpo estava em um ritmo e a musica em outro.
Tenho muitas lembranças e saudades também, se um dia surgir à oportunidade de dançar novamente com certeza eu iria, só não iria se caso realmente não desse.  A dança do ventre pode ser definida em uma só palavra, INCRIVEL!
                                                                                        - Luisa Soares-

Conversando com Letícia Soares


REALIZAÇÃO

Entrei na dança aos 12 anos (pelo jazz, conheci dança do ventre mais tarde) sou aluna de projeto social…. Havia um projeto na escola Pedro Guerra, onde eu estudava e lá conheci o Jazz com minha 1ª professora de dança Tininha e Rosa!!!!
 Me interesso por dançar, porque só consigo viver assim, enquanto danço…. Nada me dá mais alegria, nada me deixa MAIS em contato comigo mesma, que a dança!

 Continuei, continuei e continuei, passei pelo Ballet, peloFlamenco e conheci a dança do ventre….. Ai sim, me ENCONTREI total, me joguei de cabeça, trabalhava durante a semana e ia a São Paulo nos sábados para fazer aulas…. como eu não tinha dinheiro para lanchar (pois todo o dinheiro que tinha, pagava as aulas e a passagem de ônibus para ir e voltar)… Eu levava em minha mochila, alimentos que não precisavam de geladeira e não azedavam…. durante muitos sábados vivi comendo, cenoura crua, macã e pão sem manteiga… rsrsrsrrs é uma história muito engraçada!!!!! Porque como não me sobrava grana para pagar hotel… eu não tomava banho depois das aulas e voltava de SP a BH fedida rsrsrsrsr e muito fedida dentro do ônibus….. Coitado de quem se sentasse a meu lado ….kkkkkkkk
Bom, a diferença entre as desistentes e eu…… é que não amavam a dança o suficiente!
 A dança hoje É MINHA VIDA….. pago minhas contas e crio o meu filho dançando…. E o maior benefício disso é que sou feliz, pois trabalho com o que amo!!!!! Trabalho muito, mais que uma pessoa “normal”, não tenho férias, nem folgas trabalho todos os dias da semana, inclusive domingo!!!! Mas só consigo trabalhar tanto assim, porque amo minha profissão!!!!
 A maior dificuldade que encontro é a DETURPAÇÃO da
verdadeira dança que a TV faz atualmente. Colocam a dança como sensual e nunca como cultural…. Isso faz as pessoas entenderem que nossa dança é feita para o outro… e não é!!!!
Nossa dança é feita para nós mesmas!!!
                                                                                                 Letícia Soares
 
 
Fonte das Imagens: (http://www.leticiasoares.com.br/conteudo.php?Conteudo=53&Categoria=1#!prettyPhoto)
 

Conversando com Carla Silveira


EXPRESSÃO DA ALMA
Eu assisti a dança arabe pela primeira vez em uma casa medieval em BH www.esopo.com.br e fiquei apaixonada.




Comecei a fazer aulas. O interesse sugiu porque fiquei realmente encantada com tudo que vi. Já fazia personagem de cigana nesta casa e ai comecei as aulas.
Nada nunca me fez parar. Queria sempre mais, e então comecei a buscar por professoras em SP e por vídeos sobre o assunto. A diferença entre quem pára e quem continua é realmente por estar fazendo uma coisa por paixão e determinação.
A dança mudou o curso da minha vida uma vez que larguei trabalho formal de secretaria para ser somente bailarina e fui reconhecida em todo Brasil e exterior, isso é fazer com muita vontade e amor.
A dança do ventre traz benefícios para alma , pra mente e pro corpo. É muito bom pra a depressão, para fertilidade, para cólicas, para auto estima.
Percebo dificuldades com relação ao mundo profissional. É necessário ter muita estrutura para viver no mundo de vaidade e competitividade às vezes desonesta.
A dança nos coloca em lugares mágicos e nos aproxima de pessoas maravilhosas com um carinho inigualável, por isso defino como “Expressão da Alma”.
                               
                                                    Abraço
                                                                                                                                                                     Carla Silveira




                                                                                                 
Fonte das Imagens: (http://cadernosdedanca.wordpress.com/tag/carlla-silveira/;http://www.amarelbinnaz.com.br/2010/07/viva-la-espanha-resultado-do-bolao.html;http://www.amarelbinnaz.com.br/2008_10_01_archive.html;